quinta-feira, 13 de maio de 2010

Origens - GUARÂNIA

Guarânia é um gênero musical de origem paraguaia, em andamento lento, geralmente em tom menor. As canções mais conhecidas são: Índia, Ne rendápe aju, Panambi Vera e Paraguaýpe criado orquestra sinfônica modo baseado em poemas, canções com sinfônico accompaniments. O gênero seduz as populações urbanas, mas não no interior. Isto é provavelmente devido ao interesse das pessoas por estilos mais rápido como a Polka ou o Purahéi Jahe'o.
Na biblioteca do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas, da Universidade Estadual Paulista - UNESP, de São José do Rio Preto-SP, há uma dissertação de mestrado, "Cascatinha e Inhana: uma história contada às falas e mídia", de autoria de Alaor Ignácio dos Santos Júnior, cujo tema é abordado com propriedade.

História

Primórdios

Foi criada em Assunção pelo músico Jose Flores, em 1925, com o fim de expressar o caráter do povo paraguaio. Isto foi acompanhado por ritmos e melodias para lento e melancólico canções. Em algumas das canções que segue a natureza do heróico povo paraguaio.
Desde a sua criação, a Guarania tornou-se o mais importante fenômeno musical do Paraguai no século XX através de temas como Jejuí, Kerasy, Arribeño Resay, o que gerou imediata aceitação e afeto.

Introdução no Brasil

Acredita-se que a guarânia tenha sido introduzida no Brasil pelos próprios paraguaios, especialmente na divisa com o Mato Grosso do Sul, quando vieram para o Brasil a trabalho, durante do Ciclo da Erva Mate. Há naquele Estado traços predominantes na música folclórica, que se enquadram perfeitamente à harmonia da guarânia.
A guarânia foi introduzida na música popular brasileira através do trabalho de pesquisa realizado por Raul Torres, Ariovaldo Pires, Mário Zan e Nhô Pai, em sucessivas viagens ao Paraguai. Torres foi responsável por uma das guarânias de maior sucesso no Brasil, "Colcha de retalhos", gravada por Cascatinha e Inhana. A mesma dupla fez um mega-sucesso com outra guarânia, "Índia", de José Asunción Flores e Manuel Ortiz Guerrero, em versão de José Fortuna. A partir da década de 40 tornou-se um dos gêneros mais utilizados pelos compositores da música sertaneja como mais uma forma para fazer sucesso. Ganhou mais popularidade a partir da gravação, em 1951, do disco 78 rpm "Índia" (de José Asunsión Flores e Manoel Ortiz Guerrero), que trazia como segunda música a canção também paraguaia "Meu primeiro amor" ("Lejanía"), ambas com versão de José Fortuna.

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