A NOVA CRISTANDADE

Estamos vivendo um momento de aridez intelectual. Assombra-me a incapacidade dos que lideram a igreja em debater questões prementes de nosso tempo, ou por total falta de conhecimento, ou por total falta de comprometimento.

ASSOCIAÇÕES INTEGRANTES DO ECAD

A Assembleia Geral, formada pelas associações musicais, é responsável pela fixação dos preços e regras de cobrança e distribuição dos valores arrecadados.

PRINCIPAIS GRAVADORAS DO MERCADO BRASILEIRO

Aqui você encotrará valiosas informações sobre as principais gravadoras do mercado fonográfico brasileiro, como endereço, e-mail, site e telefone

FONES DE OUVIDO DEBAIXO DA ÁGUA

O "Audio Bone Aqua" é colocado nas orelhas e transmitem diretamente para o crânio as vibrações geradas pela música. Este sinal se propaga assim para o ouvido interno, sem que o tímpano entre em ação.

LEI TORNA ENSINO DE MÚSICA OBRIGATÓRIO NAS ESCOLAS

A música vai conquistar diversos espaços nas escolas públicas e particulares. Segundo especialistas, a aprovação da Lei nº 11.769, desde agosto de 2008, representa um chamado à formação mais humana dos educandos, em que se possibilita o desenvolvimento de habilidades motoras, de concentração, além da sensibilidade para a percepção estética, capacidade de análise e crítica e de respeito ao outro.

sábado, 31 de julho de 2010

Mercy Me - I Can Only Imagine (Tradução Textual)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

FL Studio 9 Manual [Português]




Pra quem quer ingressar no mundo do FL Studio, tá aí o link com tutorial em português:

FL Studio 9 - On Line - Aqui

FL Studio 9 - Baixar PDF - Aqui

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Aboio - O Canto da Caatinga

O aboio típico no Nordeste do Brasil é um canto sem palavras, entoado pelos vaqueiros quando conduzem o gado para os currais ou no trabalho de guiar a boiada para a pastagem.
É um canto ou toada um tanto dolente, uma melodia lenta, bem adaptada ao andar vagaroso dos animais, finalizado sempre por uma frase de incitamento à boiada: ei boi! boi surubim!, ei lá, boizinho!
Esteja atrás (no coice) ou adiante da boiada (na guia) o vaqueiro sugestiona o gado que segue, tranqüilo, ouvindo o canto.
No sertão do Brasil é sempre um canto individual, entoado livremente, sem letras, frases ou versos a não ser o incitamento final que é falado e não cantado. Os que se destacam na sua execução são apontados como bons no aboio.
Existe também o aboio cantado ou aboio em versos que são poemas de temas agropastoris, de origem moura e que chegou ao Brasil, possivelmente, através dos escravos mouros da ilha da Madeira, em Portugal, país onde existe esse tipo de aboio.
Segundo Luís da Câmara Cascudo, o vocábulo aboio é de origem brasileira, sendo levado para Portugal, uma vez que lá aboio significava pôr uma bóia em alguma coisa.
O aboio não é divertimento é uma coisa séria, muito antiga e respeitada pelo homem do sertão.
Pode aboiar-se no mato, para orientar os companheiros dispersos durante as pegas de gado, sentado na porteira do curral olhando o gado entrar e guiando a boiada nas estradas. Serve para o gado solto no campo, assim como para o gado curraleiro e até para as vacas de leite, mas em menor escala, porque nesse caso não é executado por um vaqueiro que se preze e tenha vergonha nas ventas.
O escritor José de Alencar, no seu livro O sertanejo, diz do ritual do aboio: Não se distinguem palavras na canção do boiadeiro; nem ele as articula, pois fala do seu gado, com essa linguagem do coração que enternece os animais e os cativa.

BOMBA DE CIÚMES - Bynna Malvadeza

PREDADOR - Bynna Malvadeza

quarta-feira, 14 de julho de 2010

CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA SOBRE O FORRÓ ATUAL


'Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!'. A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.

Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada), Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.

Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.

Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esqu ecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.


Ariano Suassuna

Observação:O secretário de cultura Ariano Suassuna foi bastante criticado, numa aula-espetáculo, no ano passado, por ter malhado uma música da Banda Calipso, que ele achava (deve continuar achando, claro) de mau gosto. Vai daí que mostraram a ele algumas letras das bandas de 'forró', e Ariano exclamou: 'Eita que é pior do que eu pensava'. Do que ele, e muito mais gente jamais imaginou.

Realmente, alguma coisa está muito errada com esse noss o país, quando se levanta a mão pra se vangloriar que é rapariga, cachaceiro, que gosta de puteiro, ou quando uma mulher canta 'sou sua cachorrinha', aonde vamos parar? Como podemos querer pessoas sérias, competentes? E não pensem que uma coisa não tem a ver com a outra não, pq tem e muito! E como as mulheres querem respeito como havia antigamente? Se hoje elas pedem 'ferro', 'quero logo 3', 'lapada na rachada'? Os homens vão e atendem. Vamos passar essa mensagem adiante, as pessoas não podem continuar gritando e vibrando por serem putas e raparigueiros não. Reflitam bem sobre isso, eu sei que gosto é gosto... Mas, pensem direitinho se querem continuar gostando desse tipo de 'forró' ou qualquer outro tipo de ruído, ou se querem ser alguém de respeito na vida!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Neural Code de Kiko Loureiro faz show grátis no SL Music Hall

O trio formado pelos instrumentistas Kiko Loureiro (guitarra), Thiago do Espírito Santo (baixo) e Cuca Teixeira (bateria) faz show grátis no projeto Som no Souza que acontece todas as quintas-feiras, às 20 horas, com entrada franca, no SL Music Hall - Souza Lima Jardins.

No evento, o grupo apresenta faixas de seu primeiro álbum homônimo lançado em 2009 de forma independente.

Em suas composições, o Neural Code mostra uma linguagem nova que extrai o melhor das influências de cada integrante, resultando numa mistura instrumental de rock e jazz com uma identidade brasileira e contemporânea.

Kiko Loureiro é mundialmente conhecido como guitarrista da banda de heavy metal Angra e por seu trabalho solo, que inclui três CDs lançados: “No Gravity”, “Universo Inverso” e “Fullblast”, que passam pelo rock, fusion, jazz e música brasileira.

Thiago do Espírito Santo é filho de músicos renomados: o multiinstrumentista Arismar do Espírito Santo e a pianista Silvia Góes. Possui dois CDs solo lançados: “Thiago do Espírito Santo” e “Hemisférios” e já atuou ao lado de Hermeto Pascoal, Hamilton de Holanda, Toninho Horta, Jair Rodrigues e Yamandú Costa.

Cuca Teixeira é baterista com formação jazzística e trabalhou com gênios do estilo, tais como: George Benson, Joe Lovano, Michel Brecker etc e cantoras da MPB como Maria Rita, Marina Lima e Paula Lima. Gravou CDs de diversos artistas dos mais variados estilos e, além disso, integrou os grupos Subsolo Trio, Mr. Motaba e Um, Dois, Trio.

Serviço:

Som no Souza com Neural Code

01/07 (quinta-feira) - 20h

SL Music Hall – Souza Lima Ensino de Música

Rua José Maria Lisboa, 745 – Jardins – SP/SP

Informações: 11 3884-9149

Preço: Grátis

Estacionamento: convênio: R$ 7,00 (1ª hora - demais horas R$ 1,00)

Morre no Rio produtor musical Ezequiel Neves

O jornalista, compositor e produtor musical Ezequiel Neves morreu nesta quarta-feira aos 74 anos, no Rio. Ele estava internado havia seis meses na Clínica São Vicente e a causa da morte foi falência múltipla de órgãos.

Neves é um dos autores de "Codinome Beija-Flor" e "Exagerado", clássicos de Cazuza. Os dois eram amigos e parceiros.

Há exatos 20 anos, no dia 7 de julho de 1990, Cazuza morreu em decorrência da Aids. O filme "Cazuza - O Tempo Não Para" retratou a amizade entre os dois, Ezequiel foi interpretado pelo ator Emílio de Melo.

Divulgação

ezequiel neves e cazuza

O produtor Ezequiel Neves, que morreu hoje, e o cantor Cazuza, que morreu há 20 anos

Neves descobriu o Barão Vermelho e foi uma espécie de "mentor" da banda. Ele produziu discos e foi coautor de vários sucessos do grupo, entre eles, "Por que a Gente É Assim?".

Ele escreveu há dois anos a biografia do Barão Vermelho em parceria com o jornalista Rodrigo Pinto e com um dos fundadores do grupo Guto Goffi.

Na época do lançamento, Neves falou com a Folha sobre sua história com a banda. Muito bem humorado, ele contou episódios que presenciou.

Entre os quais um em que esculhambou o tecladista Maurício Barros por conta de sua influência de rock progressivo. "Nossa, tantos sintetizadores... Esse som parece uma penteadeira de bicha! Vamos gravar um pianinho mais stoneano."

Na década de 1970, Ezequiel Neves foi o mais influente crítico de música pop do Brasil. No meio musical, ele era conhecido como Zeca Jagger --apelidado desta maneira por conta de sua devoção ao rock clássico e aos Rolling Stones.

Ingressos para show de Alejandro Sanz em SP estão à venda

Já estão à venda os ingressos para o show de Alejandro Sanz em São Paulo, marcado para 19 de outubro, no Credicard Hall (zona sul). Até a próxima terça-feira (13), somente os clientes com cartões Credicard, Citibank e Diners podem comprar as entradas, que depois ficam liberadas para o público em geral.

As vendas ocorrem pela internet, por telefone (4003-5588) ou na bilheteria da casa. Os preços variam de R$ 100 (plateia superior 3) a R$ 400 (cadeira VIP e camarote setor 1).

Divulgação

Alejandro Sanz (foto) faz show em São Paulo em 19 de outubro; 
ingressos já estão à venda e custam até 400

Alejandro Sanz (foto) faz show em São Paulo em 19 de outubro; ingressos já estão à venda e custam até R$ 400

O cantor espanhol vem ao Brasil com a "Tour Paraíso", de seu novo álbum "Paraíso Express", que já atraiu mais de 380 mil pessoas em todo o mundo.

Além de canções novas, como "Looking for Paradise", que gravou com Alicia Keys, o repertório deve incluir sucessos como "Corazón Partío" e "Amiga Mia".

Credicard Hall - av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 4003-6464. 19/10: 21h30. Ingr.: R$ 100 (plateia superior 3) a R$ 400 (cadeira VIP e camarote setor 1). Não recomendado para menores de 12 anos (de 12 a 14, só acompanhados dos pais ou responsáveis).

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