A NOVA CRISTANDADE

Estamos vivendo um momento de aridez intelectual. Assombra-me a incapacidade dos que lideram a igreja em debater questões prementes de nosso tempo, ou por total falta de conhecimento, ou por total falta de comprometimento.

ASSOCIAÇÕES INTEGRANTES DO ECAD

A Assembleia Geral, formada pelas associações musicais, é responsável pela fixação dos preços e regras de cobrança e distribuição dos valores arrecadados.

PRINCIPAIS GRAVADORAS DO MERCADO BRASILEIRO

Aqui você encotrará valiosas informações sobre as principais gravadoras do mercado fonográfico brasileiro, como endereço, e-mail, site e telefone

FONES DE OUVIDO DEBAIXO DA ÁGUA

O "Audio Bone Aqua" é colocado nas orelhas e transmitem diretamente para o crânio as vibrações geradas pela música. Este sinal se propaga assim para o ouvido interno, sem que o tímpano entre em ação.

LEI TORNA ENSINO DE MÚSICA OBRIGATÓRIO NAS ESCOLAS

A música vai conquistar diversos espaços nas escolas públicas e particulares. Segundo especialistas, a aprovação da Lei nº 11.769, desde agosto de 2008, representa um chamado à formação mais humana dos educandos, em que se possibilita o desenvolvimento de habilidades motoras, de concentração, além da sensibilidade para a percepção estética, capacidade de análise e crítica e de respeito ao outro.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A FOME DE MARINA


Por José Ribamar Bessa Freire
(Professor, coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas (UERJ) e pesquisa no Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO)

              Há pouco, Caetano Veloso descartou do seu horizonte eleitoral o presidente Lula da Silva, justificando: "Lula é analfabeto". Por isso, o cantor baiano aderiu à candidatura da senadora Marina da Silva , que tem diploma universitário. Agora, vem a roqueira Rita Lee dizendo que nem assim vota em Marina para presidente, "porque ela tem cara de quem está com fome".
              Os Silva não têm saída: se correr o Caetano pega, se ficar a Rita come.
              Tais declarações são espantosas, porque foram feitas não por pistoleiros truculentos, mas por dois artistas refinados, sensíveis e contestadores, cujas músicas nos embalam e nos ajudam a compreender a aventura da existência humana.
              Num país dominado durante cinco séculos por bacharéis cevados, roliços e enxudiosos, eles naturalizaram o canudo de papel e a banha como requisitos indispensáveis ao exercício de governar, para o qual os Silva, por serem iletrados e subnutridos, estariam despreparados.
              Caetano Veloso e Rita Lee foram levianos, deselegantes e preconceituosos. Ofenderam o povo brasileiro, que abriga, afinal, uma multidão de silvas famélicos e desescolarizados.
              De um lado, reforçam a ideia burra e cartorial de que o saber só existe se for sacramentado pela escola e que tal saber é condição sine qua non para o exercício do poder. De outro, pecam querendo nos fazer acreditar que quem está com fome carece de qualidades para o exercício da representação política.
              A rainha do rock, debochada, irreverente e crítica, a quem todos admiramos, dessa vez pisou na bola. Feio."Venenosa! Êh êh êh êh êh!/ Erva venenosa, êh êh êh êh êh!/ É pior do que cobra cascavel/ O seu veneno é cruel.../ Deus do céu!/ Como ela é maldosa!".
              Nenhum dos dois - nem Caetano, nem Rita - têm tutano para entender esse Brasil profundo que os silvas representam.
              A senadora Marina da Silva tem mesmo cara de quem está com fome? Ou se trata de um preconceito da roqueira, que só vê desnutrição ali onde nós vemos uma beleza frágil e sofrida de Frida Kahlo, com seu cabelo amarrado em um coque, seus vestidos longos e seu inevitável xale? Talvez Rita Lee tenha razão em ver fome na cara de Marina, mas se trata de uma fome plural, cuja geografia precisa ser delineada. Se for fome, é fome de quê?
              O mapa da fome
              A primeira fome de Marina é, efetivamente, fome de comida, fome que roeu sua infância de menina seringueira, quando comeu a macaxeira que o capiroto ralou. Traz em seu rosto as marcas da pobreza, de uma fome crônica que nasceu com ela na colocação de Breu Velho, dentro do Seringal Bagaço, no Acre.
              Órfã da mãe ainda menina, acordava de madrugada, andava quilômetros para cortar seringa, fazia roça, remava, carregava água, pescava e até caçava. Três de seus irmãos não aguentaram e acabaram aumentando o alto índice de mortalidade infantil.
              Com seus 53 quilos atuais, a segunda fome de Marina é dos alimentos que, mesmo agora, com salário de senadora, não pode usufruir: carne vermelha, frutos do mar, lactose, condimentos e uma longa lista de uma rigorosa dieta prescrita pelos médicos, em razão de doenças contraídas quando cortava seringa no meio da floresta. Aos seis anos, ela teve o sangue contaminado por mercúrio. Contraiu cinco malárias, três hepatites e uma leishmaniose.
              A fome de conhecimentos é a terceira fome de Marina. Não havia escolas no seringal. Ela adquiriu os saberes da floresta através da experiência e do mundo mágico da oralidade. Quando contraiu hepatite, aos 16 anos, foi para a cidade em busca de tratamento médico e aí mitigou o apetite por novos saberes nas aulas do Mobral e no curso de Educação Integrada, onde aprendeu a ler e escrever.
              Fez os supletivos de 1º e 2º graus e depois o vestibular para o Curso de História da Universidade Federal do Acre, trabalhando como empregada doméstica, lavando roupa, cozinhando, faxinando.
              Fome e sede de justiça: essa é sua quarta fome. Para saciá-la, militou nas Comunidades Eclesiais de Base, na associação de moradores de seu bairro, no movimento estudantil e sindical. Junto com Chico Mendes, fundou a CUT no Acre e depois ajudou a construir o PT.
              Exerceu dois mandatos de vereadora em Rio Branco , quando devolveu o dinheiro das mordomias legais, mas escandalosas, forçando os demais vereadores a fazerem o mesmo. Elegeu-se deputada estadual e depois senadora, também por dois mandatos, defendendo os índios, os trabalhadores rurais e os povos da floresta.
              Quem viveu da floresta, não quer que a floresta morra. A cidadania ambiental faz parte da sua quinta fome. Ministra do Meio Ambiente, ela criou o Serviço Florestal Brasileiro e o Fundo de Desenvolvimento para gerir as florestas e estimular o manejo florestal.
              Combateu, através do Ibama, as atividades predatórias. Reduziu, em três anos, o desmatamento da Amazônia de 57%, com a apreensão de um milhão de metros cúbicos de madeira, prisão de mais 700 criminosos ambientais, desmonte de mais de 1,5 mil empresas ilegais e inibição de 37 mil propriedades de grilagem.
              Tudo vira bosta
              Esse é o retrato das fomes de Marina da Silva que - na voz de Rita Lee - a descredencia para o exercício da presidência da República porque, no frigir dos ovos, "o ovo frito, o caviar e o cozido/ a buchada e o cabrito/ o cinzento e o colorido/ a ditadura e o oprimido/ o prometido e não cumprido/ e o programa do partido: tudo vira bosta".
              Lendo a declaração da roqueira, é o caso de devolver-lhe a letra de outra música - 'Se Manca' - dizendo a ela: "Nem sou Lacan/ pra te botar no divã/ e ouvir sua merda/ Se manca, neném!/ Gente mala a gente trata com desdém/ Se manca, neném/ Não vem se achando bacana/ você é babaca".
              Rita Lee é babaca? Claro que não, mas certamente cometeu uma babaquice. Numa de suas músicas - 'Você vem' - ela faz autocrítica antecipada, confessando: "Não entendo de política/ Juro que o Brasil não é mais chanchada/ Você vem... e faz piada". Como ela é mutante, esperamos que faça um gesto grandioso, um pedido de desculpas dirigido ao povo brasileiro, cantando: "Desculpe o auê/ Eu não queria magoar você".
              A mesma bala do preconceito disparada contra Marina atingiu também a ministra Dilma Rousseff, em quem Rita Lee também não vota porque, "ela tem cara de professora de matemática e mete medo". Ah, Rita Lee conseguiu o milagre de tornar a ministra Dilma menos antipática! Não usaria essa imagem, se tivesse aprendido elevar uma fração a uma potência, em Manaus, com a professora Mercedes Ponce de Leão, tão fofinha, ou com a nega Nathércia Menezes, tão altaneira.
              Deixa ver se eu entendi direito: Marina não serve porque tem cara de fome. Dilma, porque mete mais medo que um exército de logaritmos, catetos, hipotenusas, senos e co-senos. Serra, todos nós sabemos, tem cara de vampiro. Sobra quem?
              Se for para votar em quem tem cara de quem comeu (e gostou), vamos ressuscitar, então, Paulo Salim Maluf ou Collor de Mello, que exalam saúde por todos os dentes. Ou o Sarney, untuoso, com sua cara de ratazana bigoduda. Por que não chamar o José Roberto Arruda, dono de um apetite voraz e de cuecões multi-bolsos? Como diriam os franceses, "il péte de santé".
              O banqueiro Daniel Dantas, bem escanhoado e já desalgemado, tem cara de quem se alimenta bem. Essa é a elite bem nutrida do Brasil...
              Rita Lee não se enganou: Marina tem a cara de fome do Brasil, mas isso não é motivo para deixar de votar nela, porque essa é também a cara da resistência, da luta da inteligência contra a brutalidade, do milagre da sobrevivência, o que lhe dá autoridade e a credencia para o exercício de liderança em nosso país.
              Marina Silva, a cara da fome? Esse é um argumento convincente para votar nela. Se eu tinha alguma dúvida, Rita Lee me convenceu definitivamente.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Lançamento do programa Roland nas Escolas no 6º Encontro da CAEM

6enc_01__080O Encontro promovido pela CAEM, em sua sexta edição, trouxe para São Paulo diretores de escolas, profissionais e empresas do setor musical. O número de escolas, apoiadores e palestrantes que estiveram no evento interagiram trocando idéias e experiências, agregando valor e conhecimento ao universo do ensino musical. A cada ano o Encontro vem crescendo e atraindo mais participantes com o mesmo objetivo: buscar informações que favoreçam o crescimento de sua instituição, além de fazer contatos e realizar negócios com empresas como a Roland.
A Roland Brasil esteve presente no 6º Encontro como apoiadora, mostrando seu interesse na área educacional com o lançamento do programa “ROLAND NAS ESCOLAS”. O programa oferece vantagens e facilidades para as escolas adquirirem os produtos Roland, consolidando uma parceria com a empresa.
No Encontro foram abordados assuntos como gestão/administração para as escolas de música, educação musical, educação à distância, além da presença de grupos artísticos como o Barbatuques.

Os participantes visitaram os estandes durante os coffee breaks e nos intervalos do almoço.
No primeiro dia do evento, o presidente da Roland Brasil, Takao Shirahata, fez uma explanação em plenário sobre o programa Roland nas Escolas e ressaltou a criação de um departamento educacional na empresa, apresentando toda a equipe e coordenação.

O programa Roland nas Escolas
O programa Roland nas Escolas é destinado àquelas escolas que têm interesse em expandir as atividades de sua instituição aliando música e tecnologia. Para a Roland Brasil, esta é a melhor maneira de interagir com as escolas, pois estabelece um compromisso e comprometimento mútuo, criando uma parceria real e de longo prazo.
Através deste programa a Roland quer oferecer às escolas a oportunidade dos alunos e professores terem acesso a ótimos instrumentos tornando a aula mais dinâmica, com uma aprendizagem prática, criativa a inovadora.
Além de poder adquirir os produtos Roland em condições especiais, a instituição participante do programa Roland nas Escolas terá as seguintes vantagens:
  • Treinamento sobre o uso dos equipamentos
  • Acesso direto à Roland Brasil para tirar dúvidas do produto
  • Apoio em eventos, festivais e audições musicais
  • Garantia estendida de 2 anos
  • Atendimento prioritário nas assistências técnica
  • Realização de workshops com especialistas da Roland Brasil
  • Acesso ao portal Roland nas Escolas através da internet.

Para mais informações entre em contato: escola@roland.com.br.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Curso de Produção Executiva em Recife

O "Espaço da Música" abre inscrições para o CURSO DE PRODUÇÃO EXECUTIVA.
Dias 23 e 24 de Outubro de 2010.
Carga horária de 12 horas (Apostila - CD Rom - Certificado)

Preço - R$ 300,00

Vagas Limitadas.


Inscrições e informações:
ESPAÇO DA MÚSICA
Rua Nicarágua, 98 - Espinheiro - Recife/PE
Fone - (81) 3088-1532

E-mail - espaçodamusica@ig.com.br

sábado, 4 de setembro de 2010

Orquestra Popular da Bomba do Hemetério

Bem, esse post vem falar da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, ela que apesar de nova ja vem começando a ficar bem conhecida na cidade, e o motivo? Muito simples! Eles conseguem dar uma cara nova ao frevo fazendo apresentações marcadas pela irrevencia e modernidade. A primeira vez que vi uma apresentação deles foi no carnaval de 2007 na Avenida Guararapes, eles estavam abrindo os shows de domingo naquela oportunidade, mas conseguiram contagiar o publico. Ano passado eles tiveram sua competencia reconhecida e ja foram “promovidos” ao palco principal la no Marco zero e também não decepcionaram… esses garotos da periferia do Recife é mais uma prova viva que, se derem oportunidades aos nossos jovens eles agarram e mostram toda a sua capacidade e talento.
Abaixo você pode acompanhar um video no Youtube com uma apresentação gravada no ano passado. Pra quem não conhece passar a conhecer e pra quem ja conhece sabe que vale a pena ver denovo.

Orquestra Sinfônica do Recife


Fundada em 1930 pelo maestro Vicente Fittipaldi, a Orquestra Sinfônica do Recife é mais antiga do Brasil em atividade ininterrupta. Seu surgimento se dá em meio às transformações ocorridas no Brasil na década de 30 do século passado, que desencadeou o processo de modernização do País. Foi no dia 30 de julho daquele ano que aconteceu, no Teatro de Santa Isabel, a primeira apresentação oficial da Orquestra Sinfônica do Recife - à época denominada Orquestra Sinfônica de Concertos Populares, sob a regência do seu fundador.

Nos últimos tempos, a OSR tem realizado uma média de 32 concertos anuais, divididos em oficiais, especiais, multimídias, populares (ao ar livre) e comunitários (que proporcionam à população a oportunidade de desfrutar de música clássica em suas próprias comunidades).

Buscando promover a inclusão cultural e uma aproximação entre expressões eruditas e populares, a Orquestra ainda faz apresentações didáticas voltada para jovens pertencentes às camadas mais humildes da população. Através de recursos multimídia, o público pode compreender aspectos das obras eruditas, entender a formação de uma orquestra e fazer um passeio pela história da música. O objetivo é formar novas platéias para a música erudita no Recife.

Expomusic 2010 - 25 e 26 de Setembro de 2010

Imagem da Expomusic 2009. Foto: divulgação.Quem gosta de música não pode faltar a Expomusic - 27ª Feira Internacional da Música, Instrumentos Musicais, Áudio, Iluminação e Acessórios; a feira trará tudo sobre o setor.

Neste ano, serão 200 expositores de instrumentos musicais, acessórios, som profissional e iluminação, tudo isso em 15 mil metros quadrados.

Na feira serão expostos diversos produtos e espera-se um púbico de mais cinqüenta mil pessoas, que irão descobrir tudo sobre o mundo musical.

Além disso, workshops, tarde de autógrafos e demonstração de produtos farão parte do evento. Não perca essa oportunidade de desvendar a Expomusic.

Serviço
Data: 25 e 26 de setembro
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme
Ingresso: R$ 15
Informações ao público: (11) 2226-3100
Site: www.expomusic.com.br

Autor: Maria Clara de Campos Mello

Software Musibraille



--> O programa, criado pela coordenadora do Curso de Musicografia Braille da Escola de Música de Brasília, Dolores Tomé e pelo professor Antônio Borges do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem o objetivo de melhorar a situação do estudante com possibilidade de transcrição automatizada de textos musicais a partir do papel. O compositor ou arranjador cego também será beneficiado na medida em que suas obras poderão ser geradas na forma bi-modal (em Braille e em tinta) sendo consumidas também por músicos que não dominam a técnica Braille.

"O projeto MUSIBRAILLE destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal", explica Dolores. Com o apoio do Governo Federal e dos governos estaduais será realizado gratuitamente um curso de capacitação para profissionais de educação musical que pretendem trabalhar com músicos e estudantes cegos e criar e manter biblioteca virtual de músicas em Braille.

"O ineditismo do projeto já justifica a sua execução, cabendo destacar que será o primeiro software da língua portuguesa para a transcrição de partituras em Braille, podendo ser adotado por outros países lusofônicos", diz Dolores. A intenção do projeto é melhorar e ampliar as possibilidades do músico cego no mercado de trabalho, incluída aí a atividade de ensino de música em suas múltiplas vertentes e permitir a troca de conhecimento e divulgação de obras por meio de biblioteca musical Braille instalada na página da internet onde o programa ficará disponível para cópia gratuita. A inclusão social é uma das principais resultantes do projeto.

A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille (Francês), que adaptou a técnica para transcrição de textos também desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes as dos colegas de visão normal. Segundo Dolores, existem poucos programas de computador disponíveis no mercado para transcrição musical em Braille e, para o contexto brasileiro, esses programas estão fora da realidade uma vez que, além de caros, são incompletos e não emulam voz em português, impedindo a disseminação da utilização direta ou como ferramenta de ensino qualificado. "Além disso, como os professores de música não têm conhecimento da Musicografia Braille, recusam os estudantes por julgarem impossível o aprendizado da partitura musical com efetividade."


O Software Musibraille será distribuído nas oficinas de capacitação que serão realizadas em uma Capital de cada uma das regiões geográficas do Brasil. Também será distribuído gratuitamente por meio de página na internet onde os beneficiados, professores, alunos cegos e o público em geral poderão baixar cópia do programa. Além do Software Musibraille, serão distribuídos, no curso de capacitação, o livro em tinta para os professores e o caderno de exercício em braille para o professor aplicar ao aluno cego, ou vice versa.

"Esperamos ter um grande número de pessoas interessadas no curso, tanto para professores de música, quanto para músicos cegos e arte educadores. Queremos com esse projeto darmos a oportunidade para pessoas cegas terem as mesmas ferramentas das pessoas com visão normal, lendo partituras, escrevendo e compondo e mais do que tudo, tendo o ingresso nas Universidades, Faculdades e Conservatórios de Música com igualdade de oportunidades profissionais."

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

FESTIVAL DE MÚSICA DA BAHIA - De 23 a 25 de Setembro de 2010

Numa sociedade organizada, as Artes e dentre elas a Música, se configura como uma das mais fortes expressões culturais. Através dela pode-se descrever todas as características de um povo, seus valores suas formas de disseminação e os aspectos do comportamento humano, em face de sua estrutura.
Os Festivais de Música, sempre fizeram parte desse processo como agentes de revelação de novos valores, da divulgação e das transformações que ocorrem, ao longo do tempo, nas diversas comunidades culturais, incentivando a ruptura de estruturas sociais, cujo modelo já não atende mais aos anseios da sociedade.
Os Festivais promovidos pelo MAC e demais entidades parceiras, em suas edições anteriores, demonstraram a capacidade de percepção, da importância dos valores culturais da região, da necessidade de sua preservação, resgate e divulgação, conseguindo despertar o interesse de artistas e intelectuais do país inteiro.
No período em que é realizado o evento, a região sede passa por uma efervescência cultural e artística, vista apenas nos anos 50 e 60, quando os adventos do rádio e dos grandes Festivais de Música, foram capazes de aglutinar toda a comunidade em torno de objetivos tão nobres.
A estrutura oferecida pela organização do evento é de primeira qualidade e motivo de elogios por parte dos competidores participantes, mídia e opinião pública em geral.
Eventos desse porte têm contribuído, de forma decisiva, no processo de resgate a história, a memória e a preservação dos valores culturais do nosso País.
Por tudo isso o FESTIVAL DE MÚSICA DA BAHIA, tornou-se um Programa indispensável e obrigatório ao calendário cultural da Bahia e do Brasil. Este evento conta com o patrocínio da Petrobrás, “a empresa que mais investe em cultura no Brasil”.


Inscrição

CLIQUE AQUI para realizar sua inscrição on-line, preencha a ficha de inscrição procededendo da seguinte forma:
01. Preencha os campos de acordo com as suas informações pessoais;
02. Ao preencher toda a ficha, clique em ENVIAR;
03. Verifique seus dados, em caso de erro clique em VOLTAR;
04. Caso contrário, clique em CONFIRMAR e logo depois, clique em IMPRIMIR;
05. Faça o depósito bancário de acordo com os dados fornecidos na impressão;
06. Enviar um fax para o seguinte número: (77) 3425-9363.

OBS.: Será cobrada a taxa de R$20,00 (vinte reais) por música inscrita, até o dia 20/08/2010 e após essa data a taxa passa a ser de R$ 25,00 (vinte e cinco reais).

Economize tempo e dinheiro!!!
Envie a sua música em formato .mp3 ou .wma juntamente com a letra cifrada, para: festivaldabahia@gmail.com ou festivaldabahia@yahoo.com.br.
Caso opte pelo envio via Correios (sedex), a música deverá ser gravada obrigatoriamente em um CD-R.

Regulamento

Clique aqui e veja o Regulamento do Festival de Música da Bahia (Edição Nacional 2010).


Premiação

1º LUGAR – R$ 6.000,00
2º LUGAR – R$ 3.000,00
3º LUGAR – R$ 2.000,00
MELHOR INTÉRPRETE – R$ 1.000,00
4º AO 12º LUGAR – R$ 500,00
Além da premiação acima, será oferecida a quantia de R$ 300,00 (trezentos reais) a título de ajuda de custo e hospedagem em Hotel de primeira linha, com café da manhã, para cada um dos 24 candidatos classificados.
OBS: A hospedagem é opcional e só terá direito a mesma o titular da inscrição ou pessoa indicada pelo mesmo. Acompanhantes deverão ficar por conta e responsabilidade do candidato beneficiado. A hospedagem é uma cortesia da organização e não existe possibilidade de ressarcimento financeiro.

FONTE - Festival de Música da Bahia 

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