A NOVA CRISTANDADE

Estamos vivendo um momento de aridez intelectual. Assombra-me a incapacidade dos que lideram a igreja em debater questões prementes de nosso tempo, ou por total falta de conhecimento, ou por total falta de comprometimento.

ASSOCIAÇÕES INTEGRANTES DO ECAD

A Assembleia Geral, formada pelas associações musicais, é responsável pela fixação dos preços e regras de cobrança e distribuição dos valores arrecadados.

PRINCIPAIS GRAVADORAS DO MERCADO BRASILEIRO

Aqui você encotrará valiosas informações sobre as principais gravadoras do mercado fonográfico brasileiro, como endereço, e-mail, site e telefone

FONES DE OUVIDO DEBAIXO DA ÁGUA

O "Audio Bone Aqua" é colocado nas orelhas e transmitem diretamente para o crânio as vibrações geradas pela música. Este sinal se propaga assim para o ouvido interno, sem que o tímpano entre em ação.

LEI TORNA ENSINO DE MÚSICA OBRIGATÓRIO NAS ESCOLAS

A música vai conquistar diversos espaços nas escolas públicas e particulares. Segundo especialistas, a aprovação da Lei nº 11.769, desde agosto de 2008, representa um chamado à formação mais humana dos educandos, em que se possibilita o desenvolvimento de habilidades motoras, de concentração, além da sensibilidade para a percepção estética, capacidade de análise e crítica e de respeito ao outro.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Lançamento do CD ao Vivo - BINNO BATISTA

Laçamento do CD ao Vivo de um dos grandes Baixistas Pernambucanos: Binno Batista.

No Bar Corisco & Dadá
Dia 07 de Dez às 21:00
Véspera de Feriado no Recife.

Reservas de Mesas - 81-3304-4261

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O som de cristal de Marco Pereira

Gravado em São Paulo em junho do ano passado, o CD reúne 11 choros de compositores do naipe de Radamés Gnattali, Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso, Pixinguinha e Benedito Lacerda, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo, K-Ximbinho, Paulinho da Viola e Fernando Costa. Marco Pereira assina três faixas: “Choros em si menor”, “Choros em dó menor” e “Choro em mi menor”.

Manter qualidade sonora do violão sem perder a essência do ritmo brasileiro foi o objetivo de Marco Pereira ao produzir o novo trabalho. Por isso a escolha do título Cristal, que remete à sonoridade do violão, ao som limpo e claro.

Todas as faixas do álbum foram gravadas com um violão que acompanha o músico há muitos anos. Ele tinha 23 anos quando foi para a Europa numa viagem aventureira, naquele estilo mochila nas costas. Na Alemanha comprou um violão usado que precisava de reparos. Marco Pereira foi atrás, então, de um luthier que o aconselhou: "A única solução é fazer um violão novo". Foram seis semanas morando na casa do luthier, que se tornou amigo de Marco e confeccionou seu inseparável violão.

Cristal é uma homenagem ao choro-canção e ao samba-choro. O violonista explica que o choro-canção é uma modalidade lenta, lírica, que vem da tradição do choro, com as danças europeias. Já o samba-choro, que teve como pioneiro o compositor Pixinguinha, já é a mistura com os componentes africanos. "O Pixinguinha, além de frequentar os chorões, também pertencia ao ambiente negro do samba tradicional carioca", conta Marco Pereira.

Ouça a entrevista de Marco Pereira a Alexandre Ingrevallo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Orgulho de ser NORDESTINO!!!!!!!!!!!!!

Calem a boca, Nordestinos!
Por José Barbosa Junior 
A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos. Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de maneira violenta, sádica e contraditória.

Já escrevi sobre os preconceitos religiosos em outros textos e a cada dia me envergonho mais do povo que se diz evangélico (do qual faço parte) e dos pilantras profissionais de púlpito, como Silas Malafaia, Renê Terra Nova e outros, que se venderam de forma absurda aos seus candidatos. E que fique bem claro: não os cito por terem apoiado o Serra… outros pastores se venderam vergonhosamente para apoiarem a candidata petista. A luta pelo poder ainda é a maior no meio do baixo-evangelicismo brasileiro.

Mas o que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”.
Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos “amigos” Houaiss e Aurélio) do nosso país.
E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!

Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!
Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?

Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?
Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?
Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial  Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos… pasmem… PAULISTAS!!!

E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.

Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.
Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura…

Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner…
E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia…
Ah! Nordestinos…
Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?

Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.
Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!

Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!

Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário… coisa da melhor qualidade!
Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso… mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!

Minha mensagem então é essa: – Calem a boca, nordestinos!

Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.

Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.

Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”

Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Recife recebe o primeiro show do Festival Voa Viola

 Apresentação é na próxima quarta (10), no Teatro de Santa Isabel; projeto mapeia e apresenta o panorama da viola no Brasil

O Teatro de Santa Isabel está entre os quatro palcos no Brasil que vão testemunhar o primeiro resultado do mapeamento realizado pelo "Voa Viola". Por meio de rede social na internet, o projeto identificou nos últimos quatro meses mais 600 violeiros atuantes no país. O show no Recife é na próxima quarta (10) e contará com os convidados pernambucanos Adelmo Arcoverde e Antônio Nóbrega, além do paulista Passoca e do mineiro Pereira da Viola.

Eles dividem o palco com três violeiros eleitos por votação na web: os mineiros Wilson Dias (foto 1) e José Mauro, de apenas 14 anos, e o mato-grossense Daniel de Paula (foto 2). Criado para mapear e fomentar o uso da viola no país, o projeto Voa Viola estreia no Recife.

Ao todo, o Festival realiza quatro espetáculos, em diferentes capitais (passa ainda por Belo Horizonte, São Paulo e Brasília). O conjunto das apresentações leva ao público um panorama do uso da viola no Brasil. O projeto tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal, na comemoração dos seus 150 anos.

O show na capital pernambucana conta com um anfitrião, o violeiro paulista Passoca, mestre de cerimônias que vai rechear o show com histórias, lendas e humor. O primeiro convidado da noite será Daniel de Paula, estudioso e pesquisador da viola de cocho, que traz um trabalho instrumental.

Depois dele, entra em cena o caçula do festival, o mineiro de Uberlândia, José Mauro, de apenas 14 anos. Com 18 anos de carreira, Pereira da Viola recebeu esse nome em homenagem a outro músico, o sambista Paulinho da Viola. Ele convida o mineiro Wilson Dias para dividir o palco com suas belas canções. Os pernambucanos Adelmo Arcoverde e Antônio Nóbrega se encontram para encerrar a noite com surpresas e grande estilo.

RECIFEA capital pernambucana foi escolhida para a abertura do Festival pela sua forte ligação com as tradições brasileiras. O movimento armorial marca a música brasileira pela leitura inovadora dos sons ancestrais do Brasil, tornando-se para a viola uma importante referência. Repleta de regionalismos, hoje a viola é um instrumento em expansão e, pelo Brasil, apresenta seus sotaques.

EDITAL

O projeto Voa Viola teve início em julho de 2010, com o lançamento de um edital nacional para que músicos e artistas de todo o país pudessem inscrever trabalhos que utilizem a viola. O edital recebeu 389 inscrições, provenientes de 20 estados brasileiros. O júri, formado pelos curadores e violeiros Roberto Corrêa e Paulo Freire e os jurados convidados J. C. Botteselli (Pelão) e Miranda, selecionou 24 trabalhos. Destes 24, o público participa da  escolha de 12 músicos para dividir o palco em quatro shows com os violeiros Chico Lobo, Jaime Alem, Ricardo Vignini e artistas como Lenine, Renato Teixeira e Mônica Salmaso.

O Festival Voa Viola pretende apresentar um panorama desse instrumento que tem 500 anos de tradição e uma diversidade de usos, do erudito ao popular, do instrumental à canção, do pop à música de raiz. O público pode votar pelo portal www.voaviola.com.br para compor a agenda das próximas apresentações, que acontecem até o final do ano.

AGENDADatas dos shows e os períodos de votação:

-Belo Horizonte. Palácio das Artes. Dia 1º de dezembro. Anfitrião: Chico Lobo (MG). Violeiro convidado: Jaime Alem (SP). Atração nacional: Lenine (PE) em diálogo musical com Heraldo do Monte (PE). Período de votação online: 12 a 24 de outubro.

-São Paulo. Sesc Pinheiros. Dia 09 de dezembro. Anfitrião: Paulo Freire (SP). Violeiro convidado: dupla Zé Mulato e Cassiano (DF). Atração nacional: Mônica Salmaso (SP). Neste show, a cantora e apresentadora Inezita Barroso será homenageada pelo Festival. Período de votação online: 26 de outubro a 7 de novembro.

-Brasília. Dia 16 de dezembro. Anfitrião: Roberto Corrêa. Violeiro convidado: Ricardo Vignini (SP). Atração nacional: Renato Teixeira (SP). Nesta ocasião, serão anunciados os prêmios especiais para as diferentes categorias do edital. Período de votação online: 9 a 16 de novembro.

-Seminário em Belo Horizonte – 30 de novembro a 1º de dezembro
O projeto Voa Viola realiza um amplo e inédito mapeamento nacional do uso de diferentes tipos de viola. Este cenário poderá ser debatido durante o seminário Vertentes da viola no Brasil – tradição e inovação em Belo Horizonte (MG) nos dias 30 de novembro, 1º e 2 de dezembro.

SERVIÇOFestival Voa Viola com Adelmo Arcoverde, Antônio Nóbrega, Daniel de Paula, José Mauro, Passoca, Pereira da Viola e Wilson Dias
Quando: quarta-feira (10), a partir de 20h30
Onde: Teatro Santa Isabel, na Praça da República, Recife
Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada)
Informações: (81)3355-3323/3324
Votação popular dos shows do Voa Viola– Festival Nacional de Viola pelo site www.voaviola.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

Biel no Shopping Recife


Meu filhão Gabriel se divertindo no Shopping Recife.
Só alegria!!!!!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Concurso Tremplin Recife Jazz/ Pátio Sonoro segue com a boa música instrumental (PE)

Concurso representa o “trampolim” que valoriza o trabalho dos músicos regionais.

Nice Lima/Ritmo Comunicação - Jornal iTeia

O Concurso Tremplin Recife Jazz/Pátio Sonoro, grande novidade do Recife Jazz 2010, segue esta semana com a segunda etapa. Desta vez se apresentam Dom Angelo Jazz Combo; Luciano Leite e Banda Síncope; e Sebastian Pitre -Flamenguinho, os shows têm início às nove da noite. Das oito atrações classificadas para o concurso, duas são da Paraíba e uma do Maranhão, o que demonstra a importância do evento não só em Pernambuco, mas também em outros estados do Nordeste. Os grupos se inscreveram gratuitamente por e-mail, enviando release e música de trabalho. A cada noite, as bandas selecionadas no concurso apresentam um show de 45 minutos. O Tremplin Recife Jazz/Pátio Sonoro é aberto ao público e teve início no dia 22, seguindo nos próximos 29 de outubro e 5 e 12 de novembro no Pátio de São Pedro, no projeto Pátio Sonoro, da Prefeitura do Recife.

Como o nome já sugere (Tremplin é trampolim em francês), oito bandas deverão ter, com o Concurso, o “empurrãozinho” para as suas carreiras. Marcos Lira; Ska Maria Pastora; Luciano Leite e Banda Síncope; Dom Angelo Jazz Combo; Mojav Duo; são os representantes pernambucanos na disputa. Da Paraíba vêm os concorrentes Sebastian Pitre -Flamenguinho; e Oxent Groove. O Maranhão é representado pelo quarteto Cazumbá. No dia 12 de novembro acontece a grande final com os melhores colocados, numa noite marcada pelo show de encerramento do Tremplin com a banda X'tet Bruno Regnier. O grupo francês apresenta o jazz de vanguarda, numa demonstração de que é possível reunir, no Pátio de São Pedro - conhecido espaço de divulgação da música tradicional pernambucana – representantes da música que se faz em outros países, num intercâmbio musical.

Os grupos concorrentes no Tremplin, durante a disputa, apresentam nos shows repertório próprio, avaliado, juntamente com a performance e a técnica individual dos músicos.

O grande vencedor do Tremplin ganha gravação, mixagem e masterização de mil cópias de cd em SMD – Semi Metalic Disc (mídia que demanda menos custos e ótima peça de distribuição para os artistas). A gravação será feita no Recife e a mixagem e masterização na Argentina, num estúdio especializado em jazz. Além disso, serão escolhidas, ao menos, duas bandas para participar do Recife Jazz Festival 2011, independente da ordem de classificação.

Graças à parceria com o projeto Pátio Sonoro, da Prefeitura do Recife, o Tremplin representa a oportunidade de o público conferir, de maneira gratuita, música de esmero, conforme destaca o músico e produtor do Recife Jazz, Alex Corezzi: “Além de lançar uma banda nova e mostrar o que acontece de novo no instrumental, teremos o mês inteiro de jazz na cidade. Isso há alguns anos seria impossível!”. Para o Diretor do Espaço Cultural Pátio de São Pedro, Fernando Augusto, o Tremplin é uma iniciativa democrática e inovadora: “Não é muito comum a música instrumental ser disponibilizada gratuitamente em espaços públicos, e, principalmente, quando ocorre um concurso, possibilitando que as pessoas possam se manifestar e até interferir no processo de seleção dos ganhadores. Consideramos isso um avanço no formato do festival e bastante educativo para o público e para os músicos que participam.”

O Recife Jazz Festival 2010 é uma realização da SaxJazz Produções, com incentivo da Prefeitura do Recife, e apoio do Consulado da França no Brasil, Ong Culture France, Instituto Cervantes, FaroLatino Música e Vídeo.

Sobre o Pátio Sonoro:
O Projeto Pátio Sonoro é uma das ações do segmento de música da Secretaria de Cultura do Recife, coordenado pela diretoria do Espaço Cultural Pátio de São Pedro. Surgiu em 2009 de uma ação conjunta entre a Gerência de Música da Fundação de Cultura do Recife e a Diretoria do Pátio. O projeto se firmou e hoje é uma referencia para quem faz música na cidade, além de ter ampliado seu conceito para atender aos diversos segmentos da música.

Sobre a banda francesa X'tet Bruno Regnier: www.bruno-regnier.com
Fã de grandes orquestras,” climatologista com escrita elegante e mente aberta", Bruno Regnier ganhou o 1 º prêmio de composição no Concurso Nacional de La Defense, em 1999. Fundador da empresa "A Seguir ...", ele anda no caminho da criação de grandes orquestras, que combina escrita e improvisação. Influenciado por jazzmen americanos tanto como compositores europeus, ele discute a escrita com uma forma constante e de cor orquestral, mas também com especial atenção para o intérprete.


TREMPLIN RECIFEJAZZ/PÁTIOSONORO

DIA 22/ OUT
1-Marcos Lira (Pernambuco) 21h
2-Ska Maria Pastora (Pernambuco) 22 h

DIA 29/OUT
1-Dom Angelo Jazz Combo (Pernambuco) 21h
2-Luciano Leite e Banda Síncope (Pernambuco) 22h
3-Sebastian Pitre -Flamenguinho (Argentina/Paraíba) 23 h

DIA 05/NOV
1-Mojav Duo (Pernambuco) 21h
2-Cazumbá (Maranhão) 22h
3-Oxent Groove (Paraíba) 23h

DIA 12/NOV
FINAL do TREMPLIN (3 primeiros colocados)
23h-X`Tet Buno Regnier-França

Serviço:
Concurso Tremplin Recife Jazz/Pátio Sonoro (uma das ações do Recife Jazz Festival 2010)
Dias 22 e 29 de outubro, 5 e 12 de novembro (final).
A partir das 21hs.
Pátio de São Pedro, Bairro de São José.
Entrada gratuita.
Informações: recifejazz@gmail.com

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