segunda-feira, 7 de março de 2011

Música da Água

Há muito venho me surpreendendo com o trabalho de Paulo Nenflídio. Sua proposta para a exposição Paralela, organizada por Paulo Reis como programação complementar à da última Bienal de São Paulo, foi sem dúvida um dos destaques do circuito off da capital paulista no período. A água norteou todo o trabalho de Reis, com obras de um conjunto de artistas postadas logo na abertura do galpão na Luz – Nenflídio, Laura Vinci, Pedro Motta, Marcos Chaves, Sandra Cinto, Thiago Rocha Pitta e Márcia Xavier – norteando o leme da seleção, já vista como um termômetro do que há de melhor nos catálogos das galerias brasileiras.



A água também tinha papel importante na individual de Nenflídio n´A Gentil Carioca, em agosto de 2010. Nela estava Monjolofone, que você vê no vídeo acima. Trata-se um xilofone movido a água… de monjolo. Usar a água e seu fluxo como forma de marcar a música – e o tempo – é uma das coisas mais bonitas que vi e ouvi nos últimos tempos.

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