sábado, 9 de abril de 2011

Curso de Pandeiro Moderno



ATENÇÃO -  INSCRIÇÕES ABERTAS                                        
Curso de Pandeiro moderno
Local – Av.  Bernardo Vieira de Melo, 1300 – Espaço cultural e restaurante Casa Grande.
Mensalidade     R$ 80,00 ( oitenta reais ) por aluno.
Métodos a venda, pandeiros disponíveis, sala ampla e arejada. 
CONTATOS – 88818999 E 99178999 E 30931353
                                               
               O PERCUSSIONISTA CLAUDIO SANTANA

       Formado pela Universidade Federal de Pernambuco, as qualidades musicais de Claudinho Santana têm sido cada vez mais requisitadas por artistas brasileiros e estrangeiros, que enxergam no músico pernambucano o talento de quem sabe integrar com competência elementos da música popular, erudita e eletrônica. O músico iniciou a carreira como autodidata, em Recife, por meio do contato com os gêneros populares e investiu na própria formação tanto no país quanto no exterior. Santana passou por mais de dez países europeus e nestas viagens entrou em contato com músicos vindos de regiões cuja tradição em percussão é muito forte, a exemplo da África e da Ásia. Esse contato acentuou a sua curiosidade em pesquisar as raízes da percussão nestas culturas e foi a porta de entrada para um universo diferenciado de timbres e sonoridades que o brasileiro conheceu por meio de instrumentos como o Derbak, o Tambor Falante, entre outros.
                    A experiência agregada à relação com a música afro-brasileira, aos valiosos toques de Marcos Suzano e do Maestro Spok e a influência dos pandeiristas Jorginho do Pandeiro e Sérgio Krakowski sedimentaram a trajetória de Claudinho Santana como percussionista. O seu instrumento base é o pandeiro, mas ele toca com competência de Djembê a Tablas Indianas. Nos últimos anos, o músico tem investido na convergência de elementos da bateria com instrumentos percussivos, a chamada “percuteria”, e são essas possibilidades de permuta que fazem com que ele afirme que a percussão é “um universo sem fim”.

                  É por acreditar nisso que ele se destaca nos trabalhos que realiza. Há dez anos integra o Maracatu Estrela Brilhante, do Alto José do Pinho, tocando alfaia, caixa de guerra e chequerê e sua desenvoltura tanto no palco quanto como músico de estúdio têm rendido cada vez mais convites para participação em shows e gravações de discos. Claudinho Santana tocou com nomes internacionais como o trombonista da Nova Orleans Rick Trolsen, o guitarrista Clay Ross e o Arcodeonista Rob Curto, ambos de Nova Yorque, os grupos escoceses The Wha, Bloco Vomit e MacUmba e nacionalmente com os cantores Gonzaga Leal, com quem gravou o Nosso Mínimo é Prazer (2007) indicado ao prêmio TIM, Kelly Rosa, Neneu Liberalquino, Cezzinha do Acordeon, Mônica Feijó, Adryana BB, Zeh Rocha e Geraldo Maia, com quem gravou os discos Samba do Mar Quebrado (2005) e Samba de São João (2007). Em 2010, participou das gravações do disco Collectiu, do Silvério Pessoa.
               O percussionista também foi convidado a acompanhar a pianista e fundadora do curso de piano da UFPE, Elyanna Caldas, na gravação de um disco com obras de Capiba, que destacou a produção de valsas e outros gêneros musicais além do frevo, lançado no teatro de Santa Isabel. Em 2008 ganhou uma bolsa para estudar musica na West Virginia University, onde teve a oportunidade entrar em contato com novos elementos. Steel drums (percussão caribenha), musica eletrônica (uso de sintetizadores, MIDI, composição, etc), Sound painting (improvisação e condução através de gestos), bateria de jazz, percussão africana e o uso de pro-tools para gravação foram alguns dos assuntos abordados. Atualmente, acompanha os músicos Zeh Rocha, Junio Barreto e Silvério Pessoa.
Como professor
              A carreira de Santana, no entanto, não se restringe ao seu trabalho como músico. Ele transformou o conhecimento adquirido em cursos e workshops que vem ministrando há mais de uma década no país e na Europa. O músico começou em escolas de percussão e logo integrou o Maracatu Estrela Brilhante, onde desfilou por 10 anos, e deu aulas para o grupo Irlandês Masamba, em Dublin; para o SambaYaBamba, em Glasgow; na Manchester Samba School, em Manchester, na Edinburgh Samba School , em Edimburgo, no grupo A Banda, na Dinamarca, além de oficinas de percussão na Bélgica e Suécia. Nos Estados Unidos ministrou oficinas de pandeiro e maracatu em Nova York, Boston, Chicago, East Carolina e West Virginia University, Filadélfia e Atlanta. Ele também ministrou oficinas de percussão corporal para o corpo funcional pelo Projeto TIM Música e há 11 anos também dedica parte do seu tempo em aulas particulares de percussão. Há três anos é patrocinado pela Contemporânea, fabricante de instrumentos. 
Curso de Pandeiro moderno
Local – Av.  Bernardo Vieira de Melo, 1300 – Espaço cultural e restaurante Casa Grande.
Mensalidade     R$ 80,00 ( oitenta reais ) por aluno.
Métodos a venda, pandeiros disponíveis, sala ampla e arejada.

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