A NOVA CRISTANDADE

Estamos vivendo um momento de aridez intelectual. Assombra-me a incapacidade dos que lideram a igreja em debater questões prementes de nosso tempo, ou por total falta de conhecimento, ou por total falta de comprometimento.

ASSOCIAÇÕES INTEGRANTES DO ECAD

A Assembleia Geral, formada pelas associações musicais, é responsável pela fixação dos preços e regras de cobrança e distribuição dos valores arrecadados.

PRINCIPAIS GRAVADORAS DO MERCADO BRASILEIRO

Aqui você encotrará valiosas informações sobre as principais gravadoras do mercado fonográfico brasileiro, como endereço, e-mail, site e telefone

FONES DE OUVIDO DEBAIXO DA ÁGUA

O "Audio Bone Aqua" é colocado nas orelhas e transmitem diretamente para o crânio as vibrações geradas pela música. Este sinal se propaga assim para o ouvido interno, sem que o tímpano entre em ação.

LEI TORNA ENSINO DE MÚSICA OBRIGATÓRIO NAS ESCOLAS

A música vai conquistar diversos espaços nas escolas públicas e particulares. Segundo especialistas, a aprovação da Lei nº 11.769, desde agosto de 2008, representa um chamado à formação mais humana dos educandos, em que se possibilita o desenvolvimento de habilidades motoras, de concentração, além da sensibilidade para a percepção estética, capacidade de análise e crítica e de respeito ao outro.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Música de Câmara


Chamamos "Música de Câmara" a qualquer formação instrumental que se limite a poucos executantes. O termo vem da acepção da palavra 'Câmara' ou 'Câmera' (da mesma origem que 'Câmera fotográfica') como sinônimo de 'sala', 'quarto', genericamente 'compartimento ou aposento de uma casa'. É, portanto, literalmente a música destinada a pequenos espaços, e por isso, a música escrita para pequenas formações.

Sua história 
remonta a períodos imemoriais, já que era um tipo de música feito normalmente em casa, que por sua vez deram origem aos sarais, os madrigais e até as serenatas, que no Brasil vieram a constituir uma forma específica através do Choro.

A história da música registra principalmente a música executada nos palácios e residências nobres, mas que seguramente era praticada em ambiente caseiro desde há muito tempo, talvez até mesmo na antiguidade clássica.
Diversas formações caseiras ficaram famosas, principalmente no final do período barroco e início do classicismo. É digno de nota o exemplo clássico das peregrinações de amantes da música à casa de J. S. Bach, onde o abundante cultivo da música e o notório talento da família para esta arte, remontando de várias gerções anteriores, fizeram de seus famosos sarais verdadeiros concertos, sendo conhecidos por toda a Alemanha.

Durante o classicismo, foi informalmente composto o mais nobre quarteto de cordas da história, quando Joseph Haydn visitava Viena. Ele reunia-se com seus amigos e costumavam tocar, tendo ele próprio como Primeiro violino, Karl Ditters von Dittersdorf ao Segundo violino, Wolfgang Amadeus Mozart à viola e Johann Baptist Vanhall ao violoncello.

Formações de Câmara

Até o período barroco, mais de 20 músicos já era uma orquestra inteira, mas, a partir do classicismo, com o aumento da orquestra, este número passou a ser camerístico. Não existe um padrão que determine exatamente a quantidade limite de músicos para a música de câmara, número este que ultrapassado conferirá à música um caráter orquestral. Em geral opta-se pelo bom senso, mas podemos dizer, grosseiramente, que entre 20 e 40 músicos, temos uma 'orquestra de câmara', e, a partir de 40 músicos já se trata de uma orquestra sinfônica, ainda que pequena. A formação camerística pode ser desde dois músicos (sonatas para violino e piano, por exemplo), denominado dueto, três (trio), quatro (quarteto), e daí pra frente, segue-se quinteto, sexteto, septeto, octeto, noneto e orquestra de câmara (dez ou mais músicos). Com execeção do quarteto, que tem uma formação padronizada (dois violinos, viola e violoncelo, o chamado Quarteto de Cordas), os demais necessitam de uma discriminação específica dos instrumentos utilizados, já que eles podem variar bastante.
O quadro abaixo nos dá um resumo das principais formações camerísticas, apesar de haver variações:
Formação Clássica
Variações mais comuns
Exemplos
Duetos
Piano + outro instrumento (flauta, violino, cello, voz, etc..)Dois instrumentos que não seja com pianoLieds de Schubert; sonatas para violino e sonatas para cello e piano de Beethoven (op.69 e 102)
Trios
Piano, Violino e Cello2 violinos e viola; 2 violinos e cello; flauta, violino e celloTrio em Dó op.87 de Brahms; London Trios de Haydn (flauta, violino e cello)
Quartetos
2 Violinos, Viola, CelloPiano + trio (quarteto com piano)Quartetos de Haydn, Mozart, Schubert e Beethoven, além de todo o repertório romântico e moderno (Schumann, Brahms, Dvórak, Bartók)
Quintetos
Piano + QuartetoPiano, violino, viola, cello e baixo;
2 violinos, viola, 2 cellos
Quinteto 'A Truta' de Schubert (com contrabaixo); Quinteto op.44 de Schumann; Quinteto para Clarinete de Mozart e Brahms (op.115)
Sextetos
2 violinos, 2 violas, 2 cellosInclusão do piano ou instrumento de soprosextetos de Brahms
Quando se diz, por exemplo, "quinteto para piano" (como o famoso Quinteto op.44 de Schumann), significa que é um quarteto de cordas mais um piano. O mesmo se dá com o Quinteto para clarinete de Mozart. Trios, quando nada é especificado, são para piano, violino e violoncelo. Sextetos variam bastante. Em geral são dois violinos, duas violas e dois violoncelos, mas alguns utilizam-se de um contrabaixo no lugar do segundo cello, ou ainda, instrumentos de sopro. Daí pra frente a formação é livre e freqüentemente baseia-se no quarteto como base e com o acréscimo de outros instrumentos diversos. O Octeto clássico, por exemplo, nada mais é que a união de dois quartetos, como o Octeto em Mi bemol maior de Mendelssohn.

Princípio sonoros

A música de Câmara é certamente um dos gêneros mais importantes, não só pelo seu imenso repertório, mas também porque é a base de construção arquitetônica de toda a música. Em outras palavras, uma grande sinfonia nada mais é do que uma expansão sonora de uma formação camerística, pois os princípios acústicos que costumam nortear a disposição orquestral são os mesmos, colocados de maneira mais clara na música de Câmara. É notório, por exemplo, o hábito de compositores chamados 'grandes orquestradores' em trabalhar primeiramente suas obras em pautas de 4 vozes, como um quarteto, e depois expandindo a instrumentação. Richard Strauss e Mahler por vezes tem reconhecidos em certas obras um caráter camerístico, não obstante as imensas orquestras que exigem.
Assim, pode-se dizer que a música de câmara procura utilizar uma lógica de distribuição que não raras vezes se resume em duas vozes agudas, uma voz média e uma voz grave, que é o princípio do quarteto de cordas. Por vezes, as intenções de um compositor exigem mais vozes graves (como o Quinteto em Dó D.956 de Schubert, com 2 violoncellos) ou vozes médias, com duplicação das violas. Quando se pretende escrever para outros instrumentos, como metais ou madeiras, a regra é a mesma: Flautas e Oboés fazem as vozes agudas, Clarineta as médias e Fagote as graves, assim como trompetes, trompa e trombone / tuba no caso dos metais. A quantidade de timbres de cada tessitura (aguda, média e grave) é um fator proeminente para o resultado sonoro em termos de equilíbrio e caráter.

Quarteto de cordas

De longe, o mais explorado gênero na música de câmara foi o quarteto de cordas, pela clareza da apresentação das idéias e pelo equilíbrio da disposição sonora, considerado talvez o mais perfeito até hoje. Tanto que Mozart dedicou-lhes uma das melhores facções de sua prolífica inspiração, e Beethoven escolheu o quarteto como expressão derradeira de sua música. Praticamente todos os compositores românticos, pós românticos e até modernos exploraram o gênero com uma seriedade ímpar; alguns cuja importância da produção no gênero chega a rivalizar em popularidade com a produção sinfônica, não obstante a maior difusão desta.

O quarteto teve sua origem no final do período barroco, com algumas experiências de Carl Phillip Emanuel Bach, notório filho de Johann Sebastian, que consolidou a forma-sonata e a distribuiu de maneira intuitiva por vozes agudas, médias e graves, mas ainda com uma certa prolixidade timbrística. Atribui-se, assim, a verdadeira 'invenção' do gênero a Joseph Haydn, que trabalhou sob a proteção do riquíssimo príncipe húngaro Esterházy. Atento às novidades da produção musical de seus colegas, Haydn procurou adaptá-las à realidade dos recursos da corte, bem como dar uma vazão mais coerente à sua extraordinária capacidade de invenção melódica, e assim procurou sempre equilibrar os instrumentos segundo suas idéias musicais. Produziu para sua corte uma enormidade de obras, e muitas delas para serem executadas em ambientes fechados, pequenas câmaras do palácio, onde pode experimentar diversas formações instrumentais. Dessas experiências práticas em composição e execução de obras, nasceram os princípios da sinfonia e do quarteto, logo difundidos por toda a Europa e largamente usufruídos pelos mais diversos compositores.

Os primeiros quartetos de Haydn, os op.1 e op.3, são ótimos exemplos do início do desenvolvimento deste gênero, em que ainda predominam a tradição do Primeiro Violino como linha melódica principal, mas não sem certas ousadias típicas de uma experimentação, em que pode ser observada uma nítida construção com pouca solidez. Já os quartetos op.20 possuem extraordinária força e coesão de todas as idéias, desenvolvendo plenamente a polifonia dos timbres e a estrutura da forma-sonata. Pode-se notar nestes quartetos como os demais intrumentos (Segundo Violino, Viola e Cello) já participam muito mais ativamente da construção melódica, não mais como mero acompanhamento.
Seus últimos quartetos (e Haydn escreveu mais de uma centena deles, dos quais chegaram a nós por volta de 80), principalmente os op.64 e op.76 são os pontos altos da literatura musical clássica, que ainda possuem o requinte de incorporar uma ampla desenvoltura e liberdade no desenvolvimento melódico, que o mestre aprendeu com seu admirador Mozart.

Quarteto de Cordas Franz Schubert, Viena
A escrita de câmara foi explorada por quase todos os compositores (a única grande exceção foi Berlioz, que nunca escreveu nada para instrumento solo ou para conjuntos de câmara), dado o seu potencial de promover um discurso musical altamente claro e objetivo, sem os efeitos timbrísticos de uma massa orquestral. A música de câmara (ou mesmo os solos) deixa o compositor nu perante o material musical, não há por onde esquivar-se de sustentar um discurso musical convincente e bem arquitetado.
Muitas vezes a escrita sinfônica, por seu colorido timbrístico, esconde algumas falhas de coerência formal e coesão semântica, coisa que fica absolutamente evidente na música de câmara, onde o compositor não tem onde se apoiar, a não ser na própria música. Essa limpidez sonora é, além de um excelente exercício de escrita, um excelente treino de escuta, além da beleza infinita dessas obras.

FONTE - Felipe Salles

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Novo jeito de Compor Música


Um novo conceito para composição de musica está para breve. É inovador, simples e muito interessante.
Através deste sistema é possível compor uma boa musica usando a escrita ou através do microfone que está na caneta, acabando por "escrever" a música à medida que canta.
Toda a musica escrita ou transcrita é feita num papel digital.
Infelizmente é apenas um conceito que poderá levar algum tempo a aparecer no mercado, mas que certamente ao estar disponível para venda será uma ferramenta que irá revolucionar o mundo da música.

FONTE - Ndigit

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Música Incidental


Música Incidental é a música que acompanha uma obra teatral, um programa de televisão, um programa de rádio, um videogame e outras formas que não são o princípio musical. Tal estilo é menos utilizado em cinema, pois aí é chamado de música cinematográfica ou banda sonora.
A música incidental é com frequência chamada de "música de fundo", e cria um ambiente para a cena. Pode se incluir obras que atraiam um maior interesse do público, e ainda pode ocorrer a necessidade de o cantor/cantora o apresentar ao vivo.

FONTE - Wikipedia

domingo, 14 de agosto de 2011

Música Medieval


Durante muito tempo, a música foi cultivada por transmissão oral, até que se inventou um sistema de escrita. Por volta do século IX apareceu, pela primeira vez, a pauta musical. O monge italiano Guido d’Arezzo (995 - 1050) sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas. O sistema é usado até hoje no canto gregoriano.
A utilização do sistema silábico de dar nome às notas deve-se também ao monge Guido d’Arezzo e encontra-se num hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista:
Ut queant laxit (Com o passar do tempo o Ut foi substituido pelo Dó)
Ressonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes
O tipo de música mais antigo que conhecemos consiste em uma única linha melódica cantada, sem qualquer acompanhamento. Este estilo é o chamado Cantochão ou Canto Gregoriano. Com o passar do tempo acrescentou-se outras vozes ao cantochão, criando-se as primeiras composições em estilo coral.
Além do Cantochão, cantado nas igrejas, produziam-se na Idade Média muitas danças e canções. Durante os séculos XII e XIII houve intensa produção de obras em forma de canção, composta pelos Trovadores, poetas e músicos do sul da França.
As danças eram muito populares em festas e feiras e podiam ser tocadas por dois instrumentos, como um grupo mais numeroso. Os instrumentos que acompanhavam estas danças incluíam: a viela (antepassado da família do violino), o alaúde, flautas doces de vários tamanhos, gaitas de foles, o trompete reto medieval, instrumentos de percussão (triângulos, sinos, tambores, etc.).
Principais Compositores Medievais
Leonin - século XII
Perotin - século XII
Guido d’Arezzo (995 - 1050)
Philippe de Vitry (1290 - 1361)
Guillaume de Machaut (1300 - 1377)
John Dunstable (1385 - 1453)

 POR - Clarindo Gonçalves de Oliveira

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pastor e Música Hip Hop para Suportar Orfanato no Sudão


Um pastor de uma mega-igreja no Texas se voltou para a música hip hop para ajudar a arrecadar dinheiro para a construção de um orfanato no sul do Sudão.
Adam Thomason, vigário paroquial da Igreja da vila em Flower Mound, Texas, foi co-fundador da Collision Records ao longo de um ano atrás com o objetivo de resgatar o consumismo e extinguir os grandes da música Gospel.
Ele viu a visão se tornar realidade esta semana com o mais recente lançamento da gravadora cristã "Ações Falam mais Alto" no iTunes.
A Collision Records pretende doar 100 por cento das receitas à His Voice Global, que precisa de 250.000 dólares para construir o quarto orfanato no Sudão do Sul.
"Imaginei que, se o iTunes recebe 10 milhões de downloads por dia e precisamos de 250.000 dólares para a construção do orfanato, então nós, como uma Igreja pode fazer isso acontecer," disse o Thomason ao The Christian Post na quarta-feira.
A música hip hop, que fala sobre a situação das pessoas no país dilacerado pela guerra do Sudão do Sul, estreou como número 1 do gráfico da Música Cristã e Gospel no iTunes. A única pista é por artistas da música Swoope e apresenta Lecrae, Tedashii e Jai.
"A música tenta colocar você no lugar das pessoas que são menos afortunados, mas ao mesmo tempo que coloca você no lugar onde você sente que você precisa para ser a voz dos sem voz," disse Thomason.
A His Voice Global, conhecida anteriormente como His Voice For Sudan (Sua Voz Para o Sudão), foi fundada por Vernon e Burger Amber que têm parceria com a Igreja Evangélica Presbiteriana, uma rede de Igreja indígena fundada por Dom Elias Taban no Sudão do sul.
Durante o último ano e meio, a Igreja Village tem sido fortemente investida no país norte Africano, trabalhando com EPC de Yei para treinar pastores e ministros. A Igreja também tem enviado alguns médicos e enfermeiros para o país.
Matt Chandler, pastor principal da Igreja do povoado, disse ao jornal The Christian Post que o dinheiro arrecadado para a His Voice Global irá para a compra de um veículo com rodas 18 que irá ajudar a gerar receitas comerciais para construir e sustentar o orfanato.
O caminhão vai transportar mercadorias entre as cidades e rendimentos que proverão salário para o pessoal, que inclui as mães viúvas, e comida para cerca de 100 órfãos, explicou.
"Nós precisamos ter isso construído e então é auto-sustentada," disse Chandler. "A idéia não é apenas sobre criar um ministério e sustentá-lo, mas sobre a criação de empregos e estimular a economia. Em um lugar como Sudão do Sul, isso é o ideal."
Ambos os pastores da Igreja Village recentemente viajaram para o país Africano, como parte da parceria de sua Igreja com MPE para realizar sessões de formação teológica e de educação da Igreja para os ministros locais. Esta foi a 10º visita à Igreja ao longo do ano passado.
Chandler, que está passando por quimioterapia para câncer no cérebro, disse que sua última viagem foi uma experiência "humilhante."
Embora Chandler dizer que seu último exame de MRI mostrou que ele era livre de câncer, ele disse que vai continuar a receber a quimioterapia como recomendado por seus médicos.
"Foi bom respirar o ar," acrescentou Chandler. "As pessoas lá são mais conscientes de sua própria mortalidade do que as pessoas aqui."
Além de parcerias com Igrejas como a Igreja Village e Collision Records, His Voice Global pretende realizar um leilão em Dallas em 09 de dezembro para arrecadar fundos para o novo orfanato. O evento também vai mostrar uma exibição do documentário "O Sudão Novo," por NADUS Film.
"Esta é uma realidade no Sudão, mas isso também é uma realidade que Deus colocou na América: que podemos ajudar também," disse Thomason. "Se nós sabemos que se vai gastar dinheiro e comprar coisas, devemos comprar o material que tem um significado por trás dele para o Evangelho."

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Copa 2014 - Oportunidades de negócios na música





Estudo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), sob encomenda do Sebrae, revela mapa de oportunidades de negócios nas cidades-sede para as Micro e Pequenas Eempresas (MPEs) com a realização da Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil.

Essas oportunidades são decorrentes, principalmente, do incremento de negócios gerado pelos principais atores (governos, comitê organizador, patrocinadores e turistas) envolvidos nas diversas fases do evento.

O estudo considera os investimentos prévios estruturantes (públicos e privados), os gastos dos visitantes durante o megaevento esportivo (desde a Copa das Confederações em 2013) e o legado em infra-estrutura e exposição internacional.

As oportunidades não se esgotam nos eventuais negócios que venham a ser fechados no contexto do evento, mas dizem respeito à chance de desenvolvimento empresarial dessas empresas.

O estudo aponta como principal desafio do setor musical a alta taxa de informalidade dos empreendedores, fato que impede a contratação desses serviços por órgãos da administração pública, patrocinadores e contratantes de médio e grande portes.

Seguem abaixo as oportunidades de negócios, diretas e indiretas, em relação ao setor musical:

1 Danceteria, discoteca, boates
2 Sala de espetáculos, teatros, casas de show
3 Locação de espaços para eventos musicais
4 Locação de equipamentos de sonorização
5 Locação de equipamentos de iluminação
6 Serviços de produção de eventos musicais
7 Serviço de promoção de eventos musicais
8 Comércio de CD, DVD, vinil
9 Grupos musicais, orquestras, bandas
10 Grupos de músicas folclóricas
11 Cantores, músicos independentes
12 Arranjadores
13 Maestros
14 Organização de festas populares
15 Organização de shows privados
16 Organização de eventos corporativos
17 Elaboração e formatação de projetos musicais
18 Captação de recursos para projetos musicais
19 Curadoria para projetos musicais
20 Agenciamento de artistas

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Músicos poderão exercer profissão sem registro




Assim como os jornalistas, os músicos podem exercer a profissão livremente sem ter registro ou licença da entidade representativa da categoria, a Ordem dos Músicos do Brasil (OMB). "A música é uma arte, é algo sublime, próximo da divindade. Tem-se talento para a música ou não se tem", afirmou a relatora do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie. Ela fez questão de revelar que não tem dom para a música, mas que aprecia a arte.

Em 2009, o STF concluiu que era inconstitucional exigir diploma para a prática do jornalismo. A decisão sobre os jornalistas foi citada no julgamento de hoje, dos músicos. Segundo Ellen Gracie, qualquer restrição ao exercício de uma atividade só se justifica se houver interesse público, como ocorre em profissões como médico, engenheiro e advogado.

O STF chegou a essa conclusão ao julgar e rejeitar um recurso do Conselho Regional da OMB em Santa Catarina contra decisão da Justiça do Trabalho que já tinha entendido que a atividade de músico é livre e não depende de registro ou licença. A decisão do STF foi baseada em dispositivo da Constituição Federal que garante a livre expressão da atividade intelectual e artística.

O tribunal deverá se pronunciar mais detalhadamente sobre a atividade de músico ao julgar uma ação movida pela Procuradoria Geral da República que questiona lei de 1960 que regulamentou a profissão de músico. De acordo com a procuradoria, as regras estabelecidas pela lei são flagrantemente incompatíveis com a liberdade.

Gilberto Gil traz show "Concerto de cordas" ao Recife

Com formato acústico e intimista, Gil é acompanhado pelo filho Bem Gil (violão) e pelo maestro Jaques Morelenbaum (cello)


Divulgação / André Câmara

O cantor e compositor Gilberto Gil é a próxima atração do projeto Clássicos da MPB, no dia 13 de agosto, no Teatro Guararapes, Centro de Convenções, em Olinda. O baiano traz a Pernambuco um show inédito no Nordeste: "Concerto de cordas", que estreou no Rio de Janeiro em 2009, fez uma turnê pela Europa, passando por países como Portugal, Inglaterra, França e Bélgica e este ano, em março, foi apresentado nos Estados Unidos.

O formato do show "Concerto de cordas" é acústico e intimista. No palco, Gil é acompanhado pelo filho Bem Gil (violão) e pelo maestro Jaques Morelenbaum (cello). Gil e Morelenbaum se apresentaram juntos em 2005, tocando com orquestras na França e na Itália. Já com o seu filho Bem Gil, o baiano fez o show de voz e violão Gil Luminoso, em 2006, e depois gravou o álbum Banda Dois, em 2009.

O repertório da apresentação especial para a série Clássicos da MPB inclui os grandes sucessos da carreira de quase 50 anos do músico baiano, que tem 57 álbuns lançados e ganhou oito Grammy Awards. O seu disco mais recente, "Fé na festa", é todo dedicado ao forró. Antes de vir a Pernambuco, Gil passou o mês de julho em turnê pela Europa para divulgar esse show que, no exterior, é chamado de "For All".

A abertura da noite fica por conta de Geraldo Maia, interpretando músicas de Chico Buarque da década de 1970.

SERVIÇO 
Concerto de cordas, com Gilberto Gil, Bem Gil e Jaques Morelenbaum
Show de abertura: Geraldo Maia
Quarta-feira (13), às 21h
Teatro Guararapes
R$ 140 (platéia) e R$ 70 (meia)
R$ 120 (platéia superior) e R$ 60 (meia)
R$ 80 (balcão) e R$ 40 (meia)
À venda nas lojas VR dos shoppings Plaza e Recife, na bilheteria do teatro e pelo telefone 3082-2830

FONTE - Redação do pe360graus.com

HISTÓRIA DO CANTO GREGORIANO

O canto gregoriano é a mais antiga manifestação musical do Ocidente e tem suas raízes nos cantos das antigas sinagogas, desde os tempos de Jesus Cristo. Os primeiros cristãos e discípulos de Cristo foram judeus convertidos que, perseverantes na oração, continuaram a cantar os salmos e cânticos do Antigo Testamento como estavam acostumados, embora com outro sentido. à medida que os não judeus gregos e romanos foram também se tornando cristãos, elementos da música e da cultura greco-franco-romana foram sendo acrescentados às canções judaicas.

O período de formação do canto gregoriano vai dos séculos I ao VI, atingindo o seu auge nos séculos VII e VIII, quando foram feitas as mais lindas composições e, finalmente, nos séculos IX, X e XI, princípio da Idade Média; começa, então, sua decadência. Seu nome é uma homenagem ao papa Gregório Magno (540-604) que fez uma coletânea de peças, publicando-as em dois livros: o Antifonário, conjunto de melodias referentes às Horas Canônicas, e o Gradual Romano, contendo os cantos da Santa Missa. Ele também iniciou a "Schola Cantorum" que deu grande desenvolvimento ao canto gregoriano.

A partir da iniciativa de dom Mocquereau, no final do século XIX, o Mosteiro de São Pedro de Solesmes, na França, passou a ser o grande centro de estudos e prática do canto gregoriano. Seus monges, na época, deram início a um trabalho de paleografia (estudo dos manuscritos antigos) de canto gregoriano e de recuperação dos sinais escritos nosséculos VIII e IX.

Depois, surge a semiologia gregoriana, que é a interpretação dos sinais, com uma volta à fonte, estabelecendo uma interpretação mais autêntica do canto gregoriano; entre outros sobressai nesse trabalho dom Eugène Cardine, OSB.

No começo do século XX, o papa Pio X pede aos monges beneditinos para fazerem uma edição moderna à luz dos manuscritos, surgindo então a Edição Vaticana e em 1985 foi lançada uma outra edição chamada "Graduale Triplex" (Gradual Tríplice) com as três notações do canto gregoriano: a Vaticana, a de Laon (França) e a de Saint Gaal (Suíça).

Após a realização do Concílio Vaticano II (1965), o latim deixou de ser a língua oficial na liturgia da Igreja, e as celebrações litúrgicas passaram a ser realizadas na língua vernácula de cada país e a prática do canto gregoriano ficou restrita aos mosteiros e a grupos de admiradores e aficionados da beleza desta "palavra-cantada".

As principais características do canto gregoriano, também conhecido como canto chão, são: as melodias são cantadas em uníssono (monódico), sem predominância de vozes, ou seja, rigorosamente homofônico; de ritmo livre, sem compasso, baseado apenas na acentuação e no fraseado; cantado "a capella", isto é, sem acompanhamento de instrumentos musicais e suas letras são em latim, tiradas, em sua grande maioria, dos textos bíblicos, sobretudo os salmos.

Em 1994 houve um "renascimento" do canto gregoriano quando foi lançado pela EMI, em CD, um disco que havia sido gravado há mais de 20 anos pelos monges do Mosteiro de Santo Domingo de Silos, norte da Espanha – o disco alcançou o primeiro lugar em vendas em vários países, atingindo a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

O conjunto alemão Enigma que gravou o disco MCMXC A.D. com músicas de rock (Sadness e outras) em estilo gregoriano e fez bastante sucesso em todo o mundo, além de outros grupos que lançaram os CDs: The Ultimate Compilation – Real Sadness & Other Gregorian Mysteries; Gregorian Dance e o Chantmania, gravado pelo The Benzedrine Monks of Santo Domonica.

Recentemente surgiram outros dois ótimos grupos que também lançaram músicas de rock em estilo gregoriano: The sound of silence, Tears in heaven, In the air tonight, Eden (Sarah Brightman), When a man loves a woman e outras. Vale a pena conhecê-los e visitar a página deles: Masters of Chant e Lesiëm
Você pode ouvir o canto gregoriano, inclusive o CD Rorate do Coral Gregoriano de Belo Horizonte, e músicas sacras na Radio Set.
Partitura do Constitues, do Graduale Triplex
Partitura do Constitues, do Graduale Triplex

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